Quarta, 26 de Agosto de 2026
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Neto de 11 anos fica traumatizado ao ver avô ser morto por voadora

Neto de 11 anos fica traumatizado ao ver avô ser morto por voadora

17/06/2024 às 09h02 Atualizada em 17/06/2024 às 12h02
Por: Redação
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Reprodução/Arquivo pessoal Motorista Tiago Gomes Souza matou o tipógrafo Cesar Fine Torresi com uma voadora no peito.
Reprodução/Arquivo pessoal Motorista Tiago Gomes Souza matou o tipógrafo Cesar Fine Torresi com uma voadora no peito.
Motorista Tiago Gomes Souza matou o tipógrafo Cesar Fine Torresi com uma voadora no peito.
Reprodução/Arquivo pessoal

Motorista Tiago Gomes Souza matou o tipógrafo Cesar Fine Torresi com uma voadora no peito.

O filho do idoso morto após ser agredido por uma "voadora" em Santos , no litoral de São Paulo, disse que o neto da vítima está traumatizado após presenciar a morte do próprio avô. Cesar Fine Torresi foi morto na tarde do dia 8 de junho, após sair do shopping com o neto.

Em entrevista ao programa "Fantástico", da TV Globo, Bruno Cesar Torresi, filho da vítima e pai da criança, afirmou que o menino ligou "desesperado" após o ocorrido.

“Uma criança, de 11 anos, que visualizou tudo ali, o vô caído no chão, me ligou desesperado”, contou. "O que a gente não podia comprar, que era caro, ele [avô] ia lá e comprava pro menino", relembra Bruno Torresi.

Entenda o caso

De acordo com a polícia, avô e neto saíram do Shopping Praiamar e atravessaram a via entre os carros enquanto o trânsito estava parado. Isso motivou a fúria do motorista Tiago Gomes Souza, de 39 anos, que avançou o carro sobre os dois.

Cesar, então, se apoiou no capô do carro para se equilibrar, sem causar danos. Em seguida, Tiago foi até a dupla na calçada, onde chutou o peito do idoso, que caiu, bateu a cabeça e morreu na frente da criança.

Outras passagens pela polícia

De acordo com a reportagem, Tiago já tinha 5 passagens pela polícia antes do ocorrido, por delitos que vão de desacato a injúria racial - entretanto, nenhum dos casos resultou em processo judicial. Hoje, ele cumpre prisão preventiva.

Na última quinta-feira (13), ele participou de uma reconstituição do crime, onde chorou, se ajoelhou no chão e pediu desculpas. À polícia, ele disse que um "ataque de fúria" motivou a agressão.

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Fonte: Nacional

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